Raio de células!
Quarta-feira, Janeiro 27, 2010
Domingo, Dezembro 06, 2009
Disneyland no Natal
Este domingo o nosso destino foi a Disneyland de Anaheim (a original, portanto). Embora já lá tivéssemos estado, a proximidade ao Natal encheu-nos de curiosidade acerca da experiência da quadra festiva no Parque. E, com muito frio à mistura (melhor clima do planeta o tanas, afinal aqui também há Inverno), lá fomos nós.
Ao chegarmos, as decorações de Natal marcam logo a diferença:



Na casa assombrada, houve um choque frontal entre o Halloween e o Natal, então o que surge é algo deste tipo:


Em exposição, as renas do Pai Natal:

A parada especial de Natal, em que vemos diversas personagens bem conhecidas das nossas infâncias e os homenzinhos de gengibre, em torno da sua casinha de gengibre:



E o "It's a small world" especial de Natal, que me surpreendeu bastante. Aqui vemos a entrada, com o relógio que dá verdadeiramente horas (à hora certa saem bonequinhos de várias nacionalidades cantando a música que entra nas nossas cabeças: "It's a small world after all..." )

Por dentro, uma viagem de barco leva-nos aos quatro cantos do mundo. Vemos, por exemplo, França:

Espanha:

Arábia:


Tailândia:

China:

Debaixo do mar (esta é para a Inês):

Hawaii:

E porque é quase Natal, mesmo...

Deixo-vos a bonita mensagem de fundo que trouxémos para casa:
Ao chegarmos, as decorações de Natal marcam logo a diferença:



Na casa assombrada, houve um choque frontal entre o Halloween e o Natal, então o que surge é algo deste tipo:


Em exposição, as renas do Pai Natal:

A parada especial de Natal, em que vemos diversas personagens bem conhecidas das nossas infâncias e os homenzinhos de gengibre, em torno da sua casinha de gengibre:



E o "It's a small world" especial de Natal, que me surpreendeu bastante. Aqui vemos a entrada, com o relógio que dá verdadeiramente horas (à hora certa saem bonequinhos de várias nacionalidades cantando a música que entra nas nossas cabeças: "It's a small world after all..." )

Por dentro, uma viagem de barco leva-nos aos quatro cantos do mundo. Vemos, por exemplo, França:

Espanha:

Arábia:


Tailândia:

China:

Debaixo do mar (esta é para a Inês):

Hawaii:

E porque é quase Natal, mesmo...

Deixo-vos a bonita mensagem de fundo que trouxémos para casa:
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Californian waves
Terça-feira, Novembro 24, 2009
Domingo, Novembro 22, 2009
Santa Barbara
O regresso no dia seguinte à visita às sequoias foi feito ao longo da linha da costa, pelo que passamos por Santa Barbara. Almoçámos aqui e resolvemos dar um pequeno passeio no cais. Encontrámos então uns pelicanos simpáticos que posavam para as câmaras dos turistas:


Aqui podemos ver as montanhas por detrás da praia (e uma gaivota que queria ficar na foto):

Várias vistas do cais, ao entardecer:



E as turistas, claro!!

Saímos então do cais e contornámos esta rotunda em direcção a LA. O fim-de-semana estava a chegar ao fim...


Aqui podemos ver as montanhas por detrás da praia (e uma gaivota que queria ficar na foto):

Várias vistas do cais, ao entardecer:



E as turistas, claro!!

Saímos então do cais e contornámos esta rotunda em direcção a LA. O fim-de-semana estava a chegar ao fim...
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Californian waves
Sábado, Novembro 21, 2009
Sequoia National Park
Este fim de semana o destino foi o National Sequoia Park, situado nas montanhas da Sierra Nevada da Califórnia. Saindo de LA, entra-se imediatamente no deserto e esta viagem foi logo de início presenteada com vários arco-íris que eu, honestamente, nunca tinha visto de tão perto:

Depois de várias horas de carro, começamos a subir (a pique, segundo os nossos ouvidos), por entre montes e nuvens, em direcção ao parque:

Às portas do parque, uma paragem para almoço impunha-se e encontrámos um "diner" com aspecto bastante familiar e com um lema de vida bastante interessante:


De volta ao carro, entre músicas de Natal que passavam numa estação rádio e o frio e nevoeiro que nos rodeavam, entrámos no Sequoia National Park, em busca das famosas árvores. Uma atmosfera verdadeiramente mística:

O Sequoia National Park foi o segundo parque nacional a ser criado nos EUA em 1890, logo a seguir ao de Yellowstone, de modo a proteger as sequoias gigantes dos madeireiros. Não há dúvida que aqui dão hipótese às plantas de crescer...

Senão, vejamos:

Pode não parecer nada de especial, mas vejamos com um ponto de referência (eu) para termos a noção da perspectiva:

Ainda as mesmas duas árvores:

Uma sequoia esburacada (não, não vimos ursos)

E o general Sherman, a maior árvore do mundo, ao que se sabe. Dizem que não é nem a árvore mais alta nem a que tem maior espessura de tronco, mas as suas dimensões fazem com que seja a de maior volume em todo o planeta (coisas à americano...)

Ao regresso, ainda vimos neve, contribuindo ainda mais para o ambiente natalício:

E também passámos de carro através do "tunnel log", muito à filme:

O sol pôs-se, finalmente, e era hora de ir para casa. Mas sem dúvida que foi uma experiência diferente conhecer estes gigantes, que cá estão há muitos e muitos anos...

Depois de várias horas de carro, começamos a subir (a pique, segundo os nossos ouvidos), por entre montes e nuvens, em direcção ao parque:

Às portas do parque, uma paragem para almoço impunha-se e encontrámos um "diner" com aspecto bastante familiar e com um lema de vida bastante interessante:


De volta ao carro, entre músicas de Natal que passavam numa estação rádio e o frio e nevoeiro que nos rodeavam, entrámos no Sequoia National Park, em busca das famosas árvores. Uma atmosfera verdadeiramente mística:

O Sequoia National Park foi o segundo parque nacional a ser criado nos EUA em 1890, logo a seguir ao de Yellowstone, de modo a proteger as sequoias gigantes dos madeireiros. Não há dúvida que aqui dão hipótese às plantas de crescer...

Senão, vejamos:

Pode não parecer nada de especial, mas vejamos com um ponto de referência (eu) para termos a noção da perspectiva:

Ainda as mesmas duas árvores:

Uma sequoia esburacada (não, não vimos ursos)

E o general Sherman, a maior árvore do mundo, ao que se sabe. Dizem que não é nem a árvore mais alta nem a que tem maior espessura de tronco, mas as suas dimensões fazem com que seja a de maior volume em todo o planeta (coisas à americano...)

Ao regresso, ainda vimos neve, contribuindo ainda mais para o ambiente natalício:

E também passámos de carro através do "tunnel log", muito à filme:

O sol pôs-se, finalmente, e era hora de ir para casa. Mas sem dúvida que foi uma experiência diferente conhecer estes gigantes, que cá estão há muitos e muitos anos...
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Californian waves
Terça-feira, Novembro 17, 2009
Dia do não fumador (17 de Novembro e sempre que um homem quiser)
Porque a merda do tabaco continua a ceifar vidas...e infelizmente são vidas de pessoas de quem eu gosto muito:
"Todos nós sabemos que há um elo inegável entre o tabagismo e várias doenças, nomeadamente, cancro. É empírico. As tabaqueiras, poderosas multinacionais, tentam abafar esta realidade, porém, numerosos estudos científicos comprovam esta relação. Mais: conhecem a velha desculpa do fumador “Eu conheço pessoas que toda a vida fumaram e nunca lhes aconteceu nada”? Então leiam isto com atenção. O cancro é uma doença multifactorial. Isto quer dizer que o seu desenvolvimento depende de factores genéticos e ambientais. É verdade que se uma pessoa não tiver predisposição genética para isso, por mais que fume, nunca terá um cancro por causa do tabaco. Mas quem pode pôr as mãos do fogo e garantir que não tem predisposição genética? O cancro é a divisão descontrolada das nossas próprias células. Em condições normais, esta divisão é minuciosamente controlada por vários genes, só que o controlo pode perder-se, e o fumo do tabaco é um dos factores que pode promover este processo (tal como a poluição, o stress e numerosos outros factores ambientais). Eu não digo que os não fumadores estão livres da doença, nada disso, só que têm um importante factor de risco a menos.
Para os que fumam, a minha experiência pessoal é: nenhum esforço que façam para largar o tabaco estará perto de igualar o que vocês podem sofrer se tiverem um cancro, por exemplo, de pulmão. Querem um motivo para deixar de fumar? Então visitem o IPO e olhem à vossa volta. Eu trabalhei lá e não é preciso passar do jardim do hospital para ver a terrível realidade que é esta doença. Não deixem de fumar por causa do dinheiro que poupam, deixem de fumar por vocês. Pela vossa VIDA. Dêem valor àquilo que de mais precioso têm. E se não têm amor a vós próprios parem e pensem na pessoa que mais amam neste mundo.
Já pensaram?
Agora imaginem o sofrimento dessa pessoa ao vê-los doentes, a gritar de dor, sem poder fazer nada. Ao vê-los lentamente perder capacidades. Ao vê-los morrer.
Conseguem imaginar?
O vosso sofrimento acaba aqui. Mas não o da pessoa que mais amam neste mundo. Essa pessoa não vai poder usufruir da vossa presença nos momentos em que precisar de apoio. E na hora de comemorar os sucessos, a felicidade nunca será plena porque vocês não vão estar lá para partilhar essa alegria.
Ninguém está livre de ter esta doença. Mas para quê aumentar as probabilidades de a contrair? Ainda acham que vale a pena continuar a fumar e correr o risco?" (Algures neste mesmo blogue, há 3 anos atrás)
"Todos nós sabemos que há um elo inegável entre o tabagismo e várias doenças, nomeadamente, cancro. É empírico. As tabaqueiras, poderosas multinacionais, tentam abafar esta realidade, porém, numerosos estudos científicos comprovam esta relação. Mais: conhecem a velha desculpa do fumador “Eu conheço pessoas que toda a vida fumaram e nunca lhes aconteceu nada”? Então leiam isto com atenção. O cancro é uma doença multifactorial. Isto quer dizer que o seu desenvolvimento depende de factores genéticos e ambientais. É verdade que se uma pessoa não tiver predisposição genética para isso, por mais que fume, nunca terá um cancro por causa do tabaco. Mas quem pode pôr as mãos do fogo e garantir que não tem predisposição genética? O cancro é a divisão descontrolada das nossas próprias células. Em condições normais, esta divisão é minuciosamente controlada por vários genes, só que o controlo pode perder-se, e o fumo do tabaco é um dos factores que pode promover este processo (tal como a poluição, o stress e numerosos outros factores ambientais). Eu não digo que os não fumadores estão livres da doença, nada disso, só que têm um importante factor de risco a menos.
Para os que fumam, a minha experiência pessoal é: nenhum esforço que façam para largar o tabaco estará perto de igualar o que vocês podem sofrer se tiverem um cancro, por exemplo, de pulmão. Querem um motivo para deixar de fumar? Então visitem o IPO e olhem à vossa volta. Eu trabalhei lá e não é preciso passar do jardim do hospital para ver a terrível realidade que é esta doença. Não deixem de fumar por causa do dinheiro que poupam, deixem de fumar por vocês. Pela vossa VIDA. Dêem valor àquilo que de mais precioso têm. E se não têm amor a vós próprios parem e pensem na pessoa que mais amam neste mundo.
Já pensaram?
Agora imaginem o sofrimento dessa pessoa ao vê-los doentes, a gritar de dor, sem poder fazer nada. Ao vê-los lentamente perder capacidades. Ao vê-los morrer.
Conseguem imaginar?
O vosso sofrimento acaba aqui. Mas não o da pessoa que mais amam neste mundo. Essa pessoa não vai poder usufruir da vossa presença nos momentos em que precisar de apoio. E na hora de comemorar os sucessos, a felicidade nunca será plena porque vocês não vão estar lá para partilhar essa alegria.
Ninguém está livre de ter esta doença. Mas para quê aumentar as probabilidades de a contrair? Ainda acham que vale a pena continuar a fumar e correr o risco?" (Algures neste mesmo blogue, há 3 anos atrás)
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Ondas pessoais
Quarta-feira, Novembro 04, 2009
Ora aí está um conceito que me ultrapassa...

Alguém me explica a finalidade de uma melancia personalizada??
Nota: não notei nada de diferente nesta melancia em comparação com todas as outras que já comi...
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Vaga de veneno
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