Quarta-feira, Outubro 29, 2008

Passeata nas Furnas

No último dia desta nossa estadia em S. Miguel, a organização do congresso em que participámos preparou-nos um belíssimo passeio. Começámos por uma visita à Lagoa do Fogo, assim chamada porque se trata na realidade um vulcão ainda "activo":


Seguimos então para as plantações de chá de Porto Formoso:




Depois de visitar a fábrica, o aconchego de uma chávena de chá e uma simpática companhia:



A paragem seguinte foi o Vale das Furnas, característico pelo cheiro (que felizmente não se sente via foto) e pela paisagem vulcânica:


Aqui vimos preparar o famoso cozido das Furnas. Basicamente a panela de ingredientes dispostos por camadas é colocada em buracos fumegantes no chão, que depois são fechados de modo a deixar a cozedura decorrer:




O aspecto final, bem acompanhado com vinho regional (tudo muito bom devo dizer):


Depois de almoço, uma caminhada pela zona, para apreciar os fenómenos vulcânicos:



E ainda experimentar a "água azeda" da região. Trata-se de uma água digestiva, gaseificada e com um ligeiro sabor a ferro. Os locais não dispensam depois do cozido!


E, no final do dia, ainda visitámos mais uma bonita Igreja:


Chegara ao fim desta nossa estadia em terras Açoreanas, mas de energias recuperadas para mais uma temporada de trabalho, foi com muito ânimo que voltámos ao "movimento" do Continente!

Quinta-feira, Outubro 23, 2008

Explorando melhor a Ilha de S. Miguel (II)

Neste dia resolvemos ir conhecer o lado mais oriental da Ilha de S. Miguel. Partindo de Ponta Delgada, passámos pelo miradouro de Santa Iria, com esta vista fenomenal:



De seguida, vimos as extensas plantações de chá Gorreana e visitámos a respectiva fábrica, onde degustámos um aconchegante chá, bem quentinho.




No Vale das Furnas, visitámos o Parque Terra Nostra, com a sua particular atracção: a piscina férrea com água extremamente quentinha (que nos provocou um ataque de frustração por não termos fatos banho que pudéssemos molhar naquele paraíso):


O parque é incrivelmente bonito, com a sua fauna e flora visivelmente cuidados:



A vista da costa em Povoação, onde parámos para almoçar:


Já de barriguinhas cheias, retomámos o passeio em direcção ao Nordeste. Eis o miradouro da Ponta da Madrugada, que por si só já é bonito, e os seus simpáticos habitantes:



A vista:


Mais à frente, o miradouro da Ponta do Sossego:


E a vista:


O farol da Ponta do Arnel:


E eis a vila de Nordeste:


De seguida, passámos pela Ribeira dos Caldeirões, onde pudemos ver lindas cascatas de água e moinhos de água:



Voltámos então ao hotel: o dia estava no fim e tínhamos dado a nossa primeira volta de carro à ilha.

"Whale watching" na costa de S. Miguel

Surpreendidos pelo bonito dia de sol, e pela notícia de que tinham sido avistados cachalotes na costa, decidimos embarcar numa aventura: encontrar cetáceos.

O truque é simples: existem pisteiros que informam via rádio onde se encontram os animais e as lanchas dirigem-se para as coordenadas indicadas, tal e qual como se fazia na caça à baleia há uns anos atrás. A sensação, portanto, quando o barco se dirige a alta velocidade para o local indicado, é que, de facto, estamos envolvidos numa caçada: a da foto perfeita.

Aqui fica a vista da ilha de S. Miguel, a partir do barco:

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E as nossas caras, ansiosas por ver os bichinhos:


Mas não foram baleias que nós vimos em primeiro lugar: foram sim gorazes corvineiros, os mesmos estamos habituados a ver fazer acrobacias nos zoos:


Algum tempo depois, a surpresa: um cachalote mergulhou mesmo à nossa frente:


Aqui ficam fotos de outros cachalotes, brincando à superfície:



Não animais são fantásticos?

Segunda-feira, Outubro 20, 2008

Explorando melhor a Ilha de S. Miguel (I)

Numa de férias, lá fomos nós conhecer melhor a Ilha de S. Miguel. A primeira paragem foi Ribeira Seca e o maravilhoso parque natural que ali se encontra:




Aqui podemos observar quedas de água, vestígios de actividade vulcânica (muito mal cheirosos por sinal) e piscinas férreas (aparentemente muito boas para o reumático segundo os locais):






A vista da Lagoa:


E as convidativas piscinas naturais:


A Ermida de Nossa Senhora da Paz:



E a vista fantástica lá de cima (ao fundo vê-se o ilhéu de Vila Franca do Campo, uma antiga cratera vulcânica):


O ilhéu em maior pormenor:


Ao final do dia ainda vimos em Vila Franca um tributo ao Infante D. Henrique:

Primeiro contacto com os Açores

Depois de levantar cedíssimo para voar até Ponta Delgada, a opção mais sensata que surgiu foi mesmo ir para o hotel desfrutar daquelas que seriam as nossas camas durante as 9 noites seguintes. Uma sesta precedeu então o nosso almoço e logo depois fomos fazer o reconhecimento à área circundante.

Esta é a Igreja Matriz de Ponta Delgada:


As portas da cidade:


A Marina, ideal para uma passeata:



Acabámos por não ir muito mais longe neste primeiro dia e sentámos numa esplanada a apreciar o sol e a maravilhosa sensação de férias. Umas loiras a acompanhar e umas queijadinhas da vila, produto típico daqui e, por sinal, delicioso. Falámos de tudo e de nada e fizemos planos para os dias seguintes.

Quando chegou a manhã seguinte, engolimos rapidamente o pequeno almoço (provámos o pão lêvedo, que é mesmo muiiito bom) e alugámos um automóvel (o Pintarolas), para visitar a ilha.

A imagem de marca de S.Miguel é, sem dúvida, a paisagem verdejante, invariavelmente marcada pela presença de bovídeos.


Esta vaca marcou-nos pela sua curiosidade na nossa presença:


A famosa Lagoa das Sete Cidades:


A prova da nossa presença junto à referida Lagoa:


A maravilhosa Lagoa de S. Tiago:


Umas piscinas naturais e as praias de areia vulcânica:





A cidade de Ribeira Grande, onde degustámos um agradável licor de amora:



E novamente Ponta Delgada, desta vez, "by night", muito agradável para um cafézinho e um bom dedo de conversa.




Fazia férias aqui, sem dúvida :)

Sexta-feira, Outubro 03, 2008

Stress

Quando tudo à nossa volta nos irrita, seja a pessoa ao nosso lado ou a nossa própria pessoa. Quando vemos que andamos a trabalhar e ninguém nos dá realmente valor. Quando a ideia de passar um dia às escuras num microscópio nos parece mais simpática que trabalhar num sítio cheio de luz mas onde os problemas parecem surgir do nada. É preciso dizer mais?